2.11.11

ampulheta


sempre fui do tipo, AGORA SIM. primeira folha do caderno novo, inicio de ano, doce lar, segunda-feira... tipico. até que percebi que só mudava o significado do tempo com uma esperança linda no depois caso ele existisse.
penso logo, desisto-persisto; só que sempre arranquei com punhos forte a primeira folha porque as palavras contidas ali não demonstrava legitimidade na caligrafia.
hoje? bobagem
, só que continuo, mantenho esforço para não esbarrar no sentimentalismo do bom ou ruim, até porque, sequencia, exemplos e o agora todos nós temos, inicio e fim. ser integro nessa loucura de mundo. mais de boa, até uvas passas né?.
penso que até na melancolia tenho visto bom-humor, particularidades bela e fera dos contos sem fada, somos o que somos, sem termos, isso basta. ser mestre de cerimonia racional não tem nada ver do que e onde tudo acontece, o lance e nós mesmo. ser/realizar metade dos bons fluidos que minha alma cativa, ta bacana, só que transbordar em novas experiencias, construtivas é bom também.

vinte e três primaveras, só tenho há agradecer... sem encanação. com o sorriso mais verdadeiro que o próximo; vinte seis de outubro, quatro anos de blog e mesmo que ficou dando voltas em palavras aparente sem "nexos", perdidas afim de deixar um rastro como lesma. só tenho a dizer que tento ser integro pro completo em todas situações.
o objetivo deste post era tentar dizer sobre o mês de outubro, só que a somatização não é como a unica e pior cerveja que vomitamos facilmente.... expor esse tudo tem sido um cuspe pra cima com um olho aberto outro fechado.





samba
a gente não perde o prazer de cantar
e fazem de tudo pra silenciar
a batucada dos nossos tantãs
no seu ecoar, o samba se refez
seu canto se faz reluzir
podemos sorrir outra vez

Luizinho, quando me perguntarão se eu sabia de você, tirei uma onda como da ultima vez: deve está embaixo de algum rabo de saia. mil fitas, porque ele e não eu! você ta ciente, nenhuma lagrima, assim será. “O que fazemos em vida, ecoa na eternidade”. preto tipo A, o irmão que nunca tive, você jamais vai se chamar saudade. 08:49am terça o celular grita, a garota rio de janeiro... marrentão putz, meu DEUS, cadê meu PACEIRO?; o cavaco chorando, Juninho seguro o compaço do surdo alinhado aos corações que samba contigo, hoje não precisa de vozes, o refrão é individual.
Não rolou de colar no show do B Negão mais boto fé no salve a ti, entre chico science e sabotage. Tenho certeza que a homenagem que rolou no cémiterio dos automóveis foi massa, acontece que tem umas utopias embassada acreditar (enxurrada em Londrina?).
Emfin eis-me aqui empapuçando com a breja germânia do meu vizinho, playslist razo, astuto, como naquela madrugada que levamos o primeiro papo. samba raiz... Luiz? pô nome do meu coroa! ....bar abarrotado, várias santa cervas circulando, petisto vagabundão de bacon regado de sal, prosa sem fim até que distraídos acompanhamos sorrindo a moça formosa pelo vale ao amanhecer. querem subir? visão do lago, café, pizza gelada, torrada apreciando o chiado da agulha no vinil, velho poeta, pixinguinha do originas do samba, lembro como se fosse agora...

Ao dizer isso olho para trás despreucupado com o tempo, emocionado com a.c.a.s.o, acompanhando de costas ecos do silêncio dos encontros e desencontros que acontece sem explicação.

num tom doce as palavras mudaram, tudo muda, o olhar.
é só o vento lá fora, é preciso amar as pessoas.
uma vida apenas, e se tudo acabasse agora?

a sorrir eu pretendo levar a vida....

1 comentários:

Vitor Inacio Paiva disse...

De cortar o coração...